Charingado é um termo algarvio polivalente que significa lixado,chateado,zangado,e que é usado correntemente com expressões e intenções diversas.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
Emenda
Não podemos afirmar que foi por causa do que aqui se disse sobre aquela aberração que queriam implantar na Avª da República, que hoje verifiquei que a estão a desmontar.
Parece que prevaleceu o bom senso.
Ainda bem!
Parece que prevaleceu o bom senso.
Ainda bem!
SAUDAÇÃO AO MEU AMIGO CHARLIE
No dia 9,véspera do referendo na Islândia, editei aqui um post Viva a Islândia!.
Tinha a certeza que o não iria ganhar, como ganhou, confirmando o resultado do primeiro referendo.
Temos de reconhecer que os islandeses são um povo de grande dignidade, e as ameaças e as perspectivas de grandes dificuldades na sequência da sua soberana decisão não os vergaram.
Afirmam que o povo não tem de pagar os crimes dos bancos, e os cidadãos não podem ser dados como garantias das operações especulativas de administrações de gananciosos que, com total insensibilidade,arruinam países.
De salientar que 70% dos deputados tinham aprovado um plano que permitia escalonar o pagamento da "dívida" bancária de 3,9 mil milhões de euros até 2045 com um juro de 3%.
O Presidente levou essa decisão aos eleitores que a rejeitaram com 60% de votos contra.
Quantos anos ainda precisamos para agir à islandesa?
Quero daqui saudar o meu amigo Charlie, um dinamarquês islandês, um perfeito viking com alma infantil que um dia entrou pelo meu gabinete dentro, em Bruxelas, e disparou:-sabes, vou para a Islândia, estou farto disto e de tanta mentira.
Não o consigo imaginar a votar sim. Um abraço.
Tinha a certeza que o não iria ganhar, como ganhou, confirmando o resultado do primeiro referendo.
Temos de reconhecer que os islandeses são um povo de grande dignidade, e as ameaças e as perspectivas de grandes dificuldades na sequência da sua soberana decisão não os vergaram.
Afirmam que o povo não tem de pagar os crimes dos bancos, e os cidadãos não podem ser dados como garantias das operações especulativas de administrações de gananciosos que, com total insensibilidade,arruinam países.
De salientar que 70% dos deputados tinham aprovado um plano que permitia escalonar o pagamento da "dívida" bancária de 3,9 mil milhões de euros até 2045 com um juro de 3%.
O Presidente levou essa decisão aos eleitores que a rejeitaram com 60% de votos contra.
Quantos anos ainda precisamos para agir à islandesa?
Quero daqui saudar o meu amigo Charlie, um dinamarquês islandês, um perfeito viking com alma infantil que um dia entrou pelo meu gabinete dentro, em Bruxelas, e disparou:-sabes, vou para a Islândia, estou farto disto e de tanta mentira.
Não o consigo imaginar a votar sim. Um abraço.
YouTube - Mouseland subtítulos en español
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Uma lição profunda feita de uma forma simples. Não se pode perder, merece ser vista.
Uma lição profunda feita de uma forma simples. Não se pode perder, merece ser vista.
sábado, 9 de abril de 2011
VIVA A ISLÃNDIA !
A Islândia era considerada um dos países mais desenvolvidos e menos corruptos do mundo.
Foi à falência, e o relatório saído da investigação às causas dessa falência revelou que algumas dezenas de banqueiros, empresários e políticos do partido conservador que governou desde 1944 até recentemente, constituíram uma máfia que rebentou com o país.
Ao contrário do que se passa em Portugal vários banqueiros e outros da quadrilha já se encontram na prisão.
Mas o que queremos sublinhar, comparando com Portugal, é que a maioria do povo islandês recusa pagar aos credores as dívidas provocadas pela ganância e irresponsabilidade dos bancos. E são só 320 mil.
O Presidente Ólafujr afirmou: O fundamental é que a Islândia é uma democracia, não um sistema financeiro. Os governos não podem continuar a ser arrastados pelos mercados.
Será que Sócrates e Cavaco conhecem esta situação?
Claro que conhecem, mas o governo e o presidente da Islândia estão com o povo, os nossos estão com o mercado.
Foi à falência, e o relatório saído da investigação às causas dessa falência revelou que algumas dezenas de banqueiros, empresários e políticos do partido conservador que governou desde 1944 até recentemente, constituíram uma máfia que rebentou com o país.
Ao contrário do que se passa em Portugal vários banqueiros e outros da quadrilha já se encontram na prisão.
Mas o que queremos sublinhar, comparando com Portugal, é que a maioria do povo islandês recusa pagar aos credores as dívidas provocadas pela ganância e irresponsabilidade dos bancos. E são só 320 mil.
O Presidente Ólafujr afirmou: O fundamental é que a Islândia é uma democracia, não um sistema financeiro. Os governos não podem continuar a ser arrastados pelos mercados.
Será que Sócrates e Cavaco conhecem esta situação?
Claro que conhecem, mas o governo e o presidente da Islândia estão com o povo, os nossos estão com o mercado.
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