Em primeiro lugar o sincero desejo a todos os amigos e visitantes deste blogue de Boas Festas e que o Novo Ano vos traga mais prosperidade, saúde e alegria.
Em segundo lugar dizer que, infelizmente, a propaganda mentirosa deste governo e dos partidos que o compõem ficou demonstrada mais uma vez ontem, com a declaração de Mario Draghi, Presidente do Banco Central Europeu, ao afirmar que portugal vai precisar de mais um programa de auxílio quando terminar em Julho de 2014 o actual programa de resgate. Nem poderia ser de outra forma, dado chegarmos a 2014 com uma dívida maior do que aquela que deu origem ao pedido de resgate, com a economia productiva destruída, os nossos bens privatizados por estrangeiros, desemprego escandaloso só não mais grave dado a enorme emigração e com o Estado sem meios para garantir saúde, pensões e educação dignas desse nome.
Além do mais sem oposição política e social forte em consequência da sua incapacidade para se juntar e derrotar esta desgraça governamental que nos desgraça.
Charingado é um termo algarvio polivalente que significa lixado,chateado,zangado,e que é usado correntemente com expressões e intenções diversas.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
MANDELA E SANTOS DOCE
O artigo que a seguir se divulga é oportuno. A diferença entre Mandela, um homem digno e decente que sacrificou a sua vida por um ideal democrático e será sempre uma referência para o futuro, e o Santos Pingo Doce que quer voltar ao passado de forma conspirativa para explorar ainda mais os portugueses.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
PARA OUVIR COM ATENÇÃO.
http://www.youtube.com/watch?v=SVaxY9oJEz4&feature=youtube_gdata
passar o rato sobre o link e depois clicar com o lado direito e "ir para http" ... etc.
passar o rato sobre o link e depois clicar com o lado direito e "ir para http" ... etc.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
A CARTA DOS CTT HOJE RECEBIDA
É uma carta exemplar dos tempos que vivemos. Informa-nos que os CTT são uma empresa de êxito e com futuro. Os CTT são líderes numa série de coisas. Depois, de sopete, mais uma privatização e convida-nos a comprar através do nosso banco acções dos CTT privatizados.
Algumas notas para pensar.
1ª, os CTT dão ao Estado anualmente dezenas de milhões de euros de lucro;
2ª, o dinheiro que este governo vai receber da privatização será imediatamente derretido com os juros da dívida;
3ª, perdidos os milhões anuais dos lucros dos CTT o Estado irá aumentar impostos para compensar a perda dessa receita anual;
4ª, naturalmente com os euros das acções compradas pelas pequenas poupanças de alguns, dado que a maioria tem mas é contas carecas nos bancos, os novos e privados donos dos CTT vão beneficiar;
5ª, os novos donos privados vão actuar visando o máximo de lucros, pouco se importando que os CTT sejam um serviço público fundamental. Foi assim em todos os lados e em alguns casos até tiveram de recuar face à degradação dos serviços;
6ª, tudo o que não gerar os lucros pretendidos será encerrado, designadamente nas aldeias e pequenas povoações, aumentando a desertificação humana e o abandona das populações, chutando depois o trabalho para cima das autarquias;
7ª, serão feitos despedimentos quer pelos encerramentos quer pela "racionalização" dos meios;
8ª, serão mais uns milhares de desempregados a sobrecarregarem as despesas sociais do Estado.
Eís o panorama que nos espera, e não carreguei muito nas tintas.
Algumas notas para pensar.
1ª, os CTT dão ao Estado anualmente dezenas de milhões de euros de lucro;
2ª, o dinheiro que este governo vai receber da privatização será imediatamente derretido com os juros da dívida;
3ª, perdidos os milhões anuais dos lucros dos CTT o Estado irá aumentar impostos para compensar a perda dessa receita anual;
4ª, naturalmente com os euros das acções compradas pelas pequenas poupanças de alguns, dado que a maioria tem mas é contas carecas nos bancos, os novos e privados donos dos CTT vão beneficiar;
5ª, os novos donos privados vão actuar visando o máximo de lucros, pouco se importando que os CTT sejam um serviço público fundamental. Foi assim em todos os lados e em alguns casos até tiveram de recuar face à degradação dos serviços;
6ª, tudo o que não gerar os lucros pretendidos será encerrado, designadamente nas aldeias e pequenas povoações, aumentando a desertificação humana e o abandona das populações, chutando depois o trabalho para cima das autarquias;
7ª, serão feitos despedimentos quer pelos encerramentos quer pela "racionalização" dos meios;
8ª, serão mais uns milhares de desempregados a sobrecarregarem as despesas sociais do Estado.
Eís o panorama que nos espera, e não carreguei muito nas tintas.
sábado, 23 de novembro de 2013
O PARQUE MUNICIPAL DE CAMPISMO DE MONTE GORDO E A ÉTICA EM POLÍTICA
Segundo relatos sobre os assuntos debatidos na última reunião de
câmara a questão do parque foi discutida mas sem se chegar a uma decisão sobre
o seu futuro.
Parece que maioria e oposição convergem que a questão do parque é
assunto encerrado e o actual parque só será desactivado, isto é encerrado,
depois de se ter encontrado outro local para se fazer um novo parque de
campismo que não se sabe se será maior ou menor que o actual, perto ou distante
da praia etc.
A morte do parque, eu diria assassinato, foi confirmada pelo Plano de
Pormenor da Zona Nascente de Monte Gordo com a desculpa de que o PDM já
contempla o fim do parque pois a zona
está destinada a ser zona de turismo de expansão, seja lá isso o que for.
Recordamos que este parque já tem mais de meio século, é dos parques
pioneiros deste país, por ali já passaram dezenas de milhares de portugueses e
estrangeiros que usufruíram das suas instalações e da proximidade da praia que
não poderiam gozar caso ele não existisse.
Confesso que pessoalmente tenho uma grata recordação dele pois fui um
do grupo que estreou o parque (mais o José João, o Chico Salsinha e outros).
Pedimos na altura uma tenda emprestada e sentamo-nos à sua porta à espera que
ela abrisse para sermos os primeiros utilizadores.
Regressando a coisas sérias a zona da Mata Nacional onde se encontra
foi cedida pelo estado à Câmara Municipal de VRSA por decreto-lei de 1957 para
ser aí construído um parque de campismo e "a cessão das referidas parcelas
ficará sem efeito desde que às mesmas seja dada aplicação diversa daquela a que
se destinam". Mais claro não se pode ser, acaba o parque logo a área terá
de ser devolvida ao Estado.
Por isso o terreno da Mata Nacional das Dunas não é da Câmara, e não
podia ser integrada no PDM nem em qualquer plano de pormenor que vise o
encerramento do parque para ali ser construído seja o que for. Ora o que o tal
plano de pormenor diz é que fechado o parque a zona será ocupada com
residências de luxo, um hotel, um lago etc.
Assim os milhares de pessoas serão chutadas para outro lugar para um
grupo de privilegiados poder gozar de uma zona de mata que é nossa, certamente
com prejuízo para o comércio local.
Mas como foi parar às mãos desta câmara
a "posse" deste terreno? Em 2008, já o PDM tinha uns anitos,
num notário do Porto (do Porto?, mas é verdade, foi necessário ir tão longe!?),
o vice-presidente da câmara mais três testemunhas de VRSA afirmaram que o
terreno era da câmara há mais de 25 anos e a Câmara ficou assim sua
proprietária por usucapião.
Depois sucedem-se coisas estranhas: ainda em 2008 foi aprovado em
reunião de câmara aumentar o capital da SGU, através da entrega em espécie do
terreno do parque à SGU, o que também foi aprovado pela Assembleia Municipal.
Mais tarde o terreno foi hipotecado ao Milenium para garantir um empréstimo à
SGU. A SGU tentou vender o terreno mas parece ter desistido por que as ofertas
de compra foram baixas. Há mais coisas mas por agora ficamos aqui.
Moral da história: não interessa como foi obtido o terreno, desde que
com a sua venda se obtenham uns trocos para pagar dívidas de uma má gestão.
Assim vamos perdendo os anéis e os dedos a nível nacional e municipal. Qualquer
dia nada temos: nem transportes, nem correios, nem energias, nem saúde, nem
escolas, nem matas nem praias. Tudo se vende e se privatiza. Somos cada vez
mais uns estranhos dentro do nosso próprio país.
Entristece-me que a oposição camarária em lugar de discutir para onde irá
o parque não se oponha a estas jogadas e exija que a legalidade seja
restabelecida. Mesmo que se venha a abster será conivente e não poderá lavar as
suas mãos com esse voto. Não se pode fazer política sem ética e sem princípios.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
TROYKA ILEGAL
Hoje, dia 13 de Novembro, "regressa" o FMI a Lisboa e ordena a um país governado sem dignidade e empobrecido: mais cortes na despesa, mais diminuição de salários e recomenda juízinho ao Tribunal Constitucional, nada de contrariar credores e mercados.
Aonde chegamos, já nem se dão ao trabalho de disfarçar que são eles que mandam.
É legal? Ler Rui Tavares ajuda a perceber os meandros desta conspiração.
Aonde chegamos, já nem se dão ao trabalho de disfarçar que são eles que mandam.
É legal? Ler Rui Tavares ajuda a perceber os meandros desta conspiração.
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